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Investigação em Destaque

Ansiedade Social e o Impacto Oculto da Gaguez

A nossa mais recente publicação em Acesso Aberto nos Medical Research Archives, “Utility of the Liebowitz Social Anxiety Scale in Understanding Stuttering Issues”, examina o fardo muitas vezes invisível da gaguez em adultos. A gaguez é frequentemente descrita como um “iceberg”, onde a perturbação da fala visível é apenas uma parte de uma experiência muito mais ampla. Para muitos adultos que gaguejam, o fardo maior pode residir nos efeitos ocultos na vida diária, na confiança e na saúde mental. Neste estudo, a nossa equipa examinou a relação entre a frequência da gaguez, o impacto geral na vida e a ansiedade social em 51 adultos japoneses que gaguejam.

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Ansiedade Social e Recusa Escolar em Adolescentes que Gaguejam

Temos o prazer de partilhar a nossa publicação na Pediatrics International: “Perturbação de ansiedade social em adolescentes com gaguez: um risco de recusa escolar”. Embora o apoio para a gaguez seja frequentemente disponibilizado na infância, os adolescentes recebem frequentemente muito menos apoio escolar à medida que avançam para o ensino básico e secundário. Neste estudo, a nossa equipa examinou a relação entre a gaguez, a recusa escolar e a Perturbação de Ansiedade Social (PAS) em adolescentes no Japão.

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Desregulação do Ferro num Modelo de Rato de Gaguez

Um novo estudo de pre-print explora se os níveis de ferro no cérebro podem desempenhar um papel na gaguez. Utilizando ratinhos geneticamente modificados com uma mutação Gnptab associada à gaguez, os investigadores identificaram um acúmulo de ferro significativamente aumentado no estriado, uma região do cérebro crítica para o controlo motor. O estudo também descobriu que este excesso de ferro estava localizado nos astrócitos, onde estava associado a uma diminuição do tamanho e da complexidade celular. Notavelmente, o tratamento com um medicamento quelante de ferro melhorou os défices de vocalização dos animais.

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A Estimulação Cerebral Profunda (DBS) Oferece uma Nova Esperança para a Gaguez Severa

Um estudo de referência publicado no *Journal of Fluency Disorders* relata o primeiro uso da Estimulação Cerebral Profunda (DBS) especificamente destinada a tratar a gaguez desenvolvimental persistente grave. Neste estudo de caso, os investigadores abordaram o núcleo talâmico ventral intermédio esquerdo num homem de 24 anos com gaguez grave e de longa data. Ao longo de um protocolo de estimulação duplo-cego de dois anos, a DBS foi associada a uma redução substancial na frequência e gravidade da gaguez, juntamente com uma melhoria significativa na experiência relatada pelo participante e na qualidade de vida.

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Avaliação do Movimento das Pregas Vocais Durante Bloqueios em Adultos com Gaguez

Um estudo publicado nos *International Archives of Communication Disorders* explorou o movimento das pregas vocais durante os blocos de gaguez em adultos que gaguejam. Utilizando endoscopia flexível por fibra ótica juntamente com medições de fluxo de ar e acústicas, os investigadores analisaram 58 blocos em 12 adultos. As descobertas mostraram que os blocos ocorreram tanto com fecho glótico como com abertura glótica, e que a posição das pregas vocais variou não só entre os participantes, mas também dentro do mesmo indivíduo. Em vez de apontar para um padrão laríngeo consistente, o estudo sugere que os blocos de gaguez podem refletir perturbações em redes de temporização da fala de nível superior no cérebro. A compreensão destes mecanismos é importante para o avanço de abordagens de tratamento mais precisas e informadas pela fisiologia.

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A Neurociência da Fala: Comparando a Doença de Parkinson e a Gaguez do Desenvolvimento

Uma análise recente publicada no European Journal of Neuroscience destaca semelhanças importantes e diferenças críticas entre a Doença de Parkinson (DP) e a Gaguez do Desenvolvimento (GD), duas condições distintas que afetam o controlo motor da fala. A análise examina como ambos os distúrbios envolvem disrupções nos circuitos dos gânglios da base e nas vias dopaminérgicas – sistemas cerebrais essenciais para a temporização motora e a fluência da fala. Evidências emergentes sugerem também contribuições sobrepostas da neuroinflamação, processos autoimunes e regulação da energia celular.

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